Alternativa ao home office: por que cada vez mais pessoas escolhem o coworking
Trabalho híbrido, produtividade no home office e saúde mental: por que o coworking é a melhor alternativa ao home office A alternativa ao home office é...
A Blocktime Coworking te ajuda a entender como o coworking se tornou uma alternativa para estabelecer limites físicos e mentais A saúde mental no trabalho começa a ser impactada no exato momento em que fica difícil “sair do expediente”, especialmente quando ele acontece dentro da própria casa. O notebook permanece aberto na mesa, o celular

A Blocktime Coworking te ajuda a entender como o coworking se tornou uma alternativa para estabelecer limites físicos e mentais
A saúde mental no trabalho começa a ser impactada no exato momento em que fica difícil “sair do expediente”, especialmente quando ele acontece dentro da própria casa.
O notebook permanece aberto na mesa, o celular vibra à noite, a mensagem chega às 19h, às 21h, às vezes até no domingo. E, quase sem perceber, a linha que separava descanso e responsabilidade vai desaparecendo.
É justamente aí que o tema da saúde mental no trabalho deixa de ser tendência corporativa e se torna necessidade prática.
Durante muito tempo, falar sobre limites no trabalho parecia exagero. Hoje, no entanto, é estratégia de sobrevivência profissional, e os dados comprovam isso.
Ao longo deste artigo, vamos entender por que separar casa e escritório faz diferença concreta para a saúde mental, quais são os impactos da ausência de limites no trabalho e como o coworking pode ser um aliado poderoso na construção de uma rotina mais equilibrada, especialmente dentro do modelo de trabalho híbrido.
A saúde mental no trabalho está diretamente ligada à forma como organizamos nossos limites no trabalho, e é justamente aí que a fragilidade começou a aparecer.
Antes da popularização do home office, existia um ritual claro: sair de casa, enfrentar o trânsito e chegar ao escritório. O deslocamento funcionava como uma transição mental importante. Ele sinalizava início e fim do expediente.
Hoje, muitas vezes, essa transição se resume a cinco passos: do quarto para a sala. Além disso, trabalhadores remotos tendem a trabalhar mais horas do que aqueles em regime presencial ou híbrido estruturado.
Portanto, o problema não está necessariamente no home office. O problema está na ausência de limites no trabalho.
Quando o espaço físico é o mesmo para descansar, assistir a um filme e responder e-mails, o cérebro recebe sinais confusos. Ele não identifica claramente quando é hora de produzir e quando é hora de relaxar.
E, inevitavelmente, essa sobreposição afeta a saúde mental no trabalho, muitas vezes de forma silenciosa e acumulativa.

Pode parecer simples, mas o ambiente influencia diretamente nosso comportamento.
Pesquisas em neurociência e comportamento organizacional mostram que a separação física entre contextos (casa x trabalho) ajuda o cérebro a alternar estados mentais com mais eficiência.
Em outras palavras: quando você muda de espaço, você ajuda sua mente a mudar de modo.
Além disso, um estudo publicado pela Harvard Business School analisou os impactos do trabalho remoto prolongado e identificou que, embora haja ganhos de foco em determinadas tarefas, a ausência de estrutura física clara pode afetar a colaboração, criatividade e bem-estar ao longo do tempo.
O detalhe importante está justamente na palavra “estrutura”. Ou seja, não basta estar em casa. É preciso ter ergonomia, silêncio, organização e limites claros. Sem isso, a saúde mental no trabalho começa a sofrer.
Quando casa e trabalho ocupam o mesmo espaço, alguns efeitos começam a aparecer:
Segundo relatório da Microsoft no estudo Work Trend Index, 48% dos trabalhadores relatam estar exaustos ao fim do dia, e 53% afirmam maior dificuldade em estabelecer limites após a consolidação do trabalho remoto.
Além disso, o relatório Global Talent Trends da Mercer aponta que mais de 80% das empresas reconhecem risco crescente de burnout em seus times, especialmente em contextos híbridos mal estruturados.
Portanto, não se trata apenas de organização. Trata-se de preservar o bem-estar profissional no longo prazo.
O modelo híbrido trouxe flexibilidade. Porém, ele também exige autonomia para organizar a própria rotina. É aqui que surge uma alternativa estratégica: o coworking. E o coworking não substitui a nossa casa, ele complementa porque permite:
Segundo o Global Coworking Survey da Deskmag, mais de 70% dos profissionais que utilizam coworkings relatam aumento de motivação e satisfação no trabalho, além de melhora significativa no equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Isso mostra que coworking e saúde mental estão diretamente conectados.
Um espaço de coworking bem estruturado oferece: iluminação adequada, conforto acústico, ergonomia, ambientes de foco, espaços de convivência e outras diversas vantagens. Além disso, existe um fator muitas vezes subestimado: a presença humana.
Dados de pesquisas do MIT Sloan Management Review mostram que interações sociais leves no ambiente de trabalho aumentam a sensação de pertencimento e reduzem a percepção de estresse.
A conexão leve, aquela troca no café, um “bom dia”, uma conversa rápida, tem impacto positivo na saúde mental no trabalho. E, ao mesmo tempo, o coworking permite foco individual quando necessário.
É o equilíbrio entre autonomia e convivência.

Além de escolher o ambiente adequado, algumas ações ajudam:
Segundo relatório da Eurofound, trabalhadores que conseguem estabelecer horários definidos apresentam menor índice de fadiga mental e maior satisfação profissional. No entanto, muitas dessas estratégias só funcionam plenamente quando o ambiente colabora.
Por isso, separar fisicamente casa e escritório continua sendo uma das formas mais eficazes de preservar a saúde mental no trabalho.
Aqui na Blocktime Coworking, entendemos que trabalhar bem vai além de entregar tarefas. Nossos espaços em Pinheiros foram pensados para serem:
Porque acreditamos que coworking e saúde mental caminham juntos. Criar limites no trabalho não significa rigidez, mas sim consciência. Ou seja, escolher um ambiente que favoreça concentração durante o dia e descanso verdadeiro no fim da tarde.
Separar casa e escritório pode parecer um detalhe. Porém, no longo prazo, é uma estratégia. É uma forma de dizer para o seu cérebro: “Agora é hora de produzir”, e depois:
“Agora é hora de descansar.”
Essa alternância protege sua energia, sua criatividade e seu bem-estar profissional.
E, em um mundo onde o trabalho híbrido veio para ficar, ter um terceiro espaço estruturado pode ser a diferença entre produtividade saudável e sobrecarga silenciosa.
A saúde mental no trabalho não depende apenas de força de vontade. Ela depende de contexto, ambiente e estrutura. Quando casa e trabalho se misturam completamente, os limites ficam frágeis. E, com o tempo, o corpo e a mente cobram um preço.
Por outro lado, ambientes que favorecem o foco, a convivência equilibrada e a separação física ajudam a proteger sua energia mental.
Se você sente que precisa reorganizar seus limites no trabalho, talvez seja o momento de testar uma nova dinâmica. Venha conhecer a Blocktime Coworking. Passe um dia, experimente o espaço, converse com nossa equipe e sinta como o ambiente pode transformar sua rotina.
Gostou do conteúdo de hoje? Aproveite para explorar outros conteúdos do nosso blog. Aqui, nós falamos sobre produtividade, trabalho híbrido, criatividade e, claro, saúde mental no trabalho, sempre com leveza, estratégia e foco no que realmente importa: trabalhar bem sem abrir mão de viver bem.

Graduado em Arquitetura e Urbanismo pelo SENAC SP, é fundador da Blocktime Coworking e sócio do grupo Blocktime, referência em operação e otimização de escritórios. Entusiasta da economia compartilhada, participa ativamente de grupos relacionados ao tema e adquiriu conhecimento e expertise em arquitetura e design para coworkings, sendo responsável pela gestão operacional dos espaços. Atua, desde 2015 como organizador do Encontro Coworking Brasil e apoiador de muitas das iniciativas relacionadas a este universo, está sempre buscando mais conhecimento sobre novas formas de trabalho, participando frequentemente de conferências internacionais sobre o tema.